Por Vice Lelo

Aquilo na Floresta

Ao som da natureza
Ao cheiro da flora em brisa
Sucumbidos na fraqueza da carne
Molhados no suco prazendo
Em jeito enérgico selvagem

Se esta árvore pudesse reclamar
Se os bichinhos falassem
Desejo calhado
Continuidade do beijo molhado
Só tinha que ser aqui.

Cantares de Clamor

Do eu sai o amor
Pois da natureza me é herança essa flor
Como a árvore que desata o oxigénio
Aufiro o desalento

Anestesiado te maltrato sem culpa
Pois na timidez se esconde a desculpa
Clamo cantando louvores de valores
Valores do intimo cravada alma
Lamentados companheiros de cama
Que se consolam em cantares de clamor
Vividos no negado aceite ‘mor

Musicados no declínio petulante
Da insônia mania vigilante
Que me faz cantar a morte
E clamar da sorte.

*Vice Lelo de nome do registo Vicente Lelo, angolano é estudante de Sociologia no CIS em Luanda. Artista plástico, músico, compositor e poeta pretende lançar uma obra literária (entre as várias já escritas) e uma obra discográfica fazendo uma simbiose da sua versatilidade artística.



 

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