BIOGRAFIA

IRINA SOPAS nasceu em 18.09.1984, em Luanda, Angola. Tem nacionalidade luso-angolana. Atualmente, cursa faculdade de Línguas, em Portugal. Também já estudou e morou no Rio de Janeiro, Brasil. Escreve poesia, crónica, artigo, ensaio e romance. Trabalha como editora, leitora crítica e copidesque na Editora Divergência e no Projecto Foco.

Possui artigos no AMOLEBLON, de Luiz Aviz, de que foi colunista. Colaborou no site angolano Club-K (1) (2) (3) (4). Tem dois poemas, em homenagem aos pais, no portal literário Blocos Online (1) (2), de Leila Míccolis e Urhacy Faustino. Outros dois seus foram selecionados para antologias da Câmara Brasileira de Jovens Escritores (CBJE). Participa, ao todo, de sete coletâneas.

Irina, cujo nome significa paz, criou, em agosto de 2010, o PoemAZ, sistema de composição poética, já registado, cujas palavras sequenciais, em cada verso, acompanham a ordem do alfabeto. Odeio amar-te, poesia, seu primeiro livro (Rio de Janeiro, Editora Sapere, 2012), já recebeu avaliações positivas de escritores, como: Delmo Fonseca, Mano Melo, Márcia Leite, Paulo Schmidt, Ricardo Alfaya e Vicente Freitas, assim como do escritor angolano Neto Muhindo.


PARTICIPAÇÃO EM ANTOLOGIAS

– Antologia Vozes da Alma, Ed. Sapere, Rio de Janeiro, 2012.
Poema: Cantos

– Antologia Amores D’versos, Ed. Sapere, Rio de Janeiro, 2012.
Poema: Capricho

– Antologia Versos Enamorados, Ed. LiteraCidade, Belém, 2012.
Poema: Pensa bem

– Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos, v. 89, Ed. CBJE – Câmara Brasileira de Jovens Escritores, Rio de Janeiro, 2012.
Poema: Pensa bem

– Antologia Poetas da Confraria, Ed. Sapere, Rio de Janeiro, 2012.
Poema: PoemAZ

– Antologia Versos de Primavera, Ed. Sapere, Rio de Janeiro, 2011.
Poema: Por quê?

– Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos, v. 56, Ed. CBJE – Câmara Brasileira de Jovens Escritores, Rio de Janeiro, 2009.
Poema: É o fim


2012 – FEVEREIRO

Foi ao ar a entrevista da autora para o programa Gente da Banda, da TPA2, TV Angolana.


2018 – DEZEMBRO

O seu Conto Realista, Crisela, foi distinguido com uma Menção Honrosa, pelo júri do 2.º Prémio Literário Fernanda Botelho.